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<title>TCC Filosofia</title>
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<updated>2026-10-06T18:20:22Z</updated>
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<title>A educação a distância e a produção de subjetividades: breves reflexões sobre a produção dos sujeitos contemporâneos</title>
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<name>Probst, Melissa</name>
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<updated>2022-05-19T18:00:30Z</updated>
<published>2022-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">A educação a distância e a produção de subjetividades: breves reflexões sobre a produção dos sujeitos contemporâneos
Probst, Melissa
A Educação a Distância (EAD) foi legitimada como modalidade educacional a partir&#13;
da implantação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394/96).&#13;
Desde então, as políticas públicas passaram a ser pautadas no discurso da&#13;
democratização do acesso ao ensino superior. Diversas instituições (públicas e&#13;
privadas) passaram a oferecer opções de cursos na modalidade EAD, desde cursos&#13;
de curta duração, extensão, graduação e pósgraduação,&#13;
de modo a tornar possível&#13;
a formação continuada e a educação superior àqueles cuja localização geográfica&#13;
inviabilizava a frequência em cursos presenciais. Tomando por base as políticas de&#13;
expansão da EAD nos últimos anos, a diversificação do seu público alvo, e os&#13;
discursos sobre autonomia e flexibilidade, o presente estudo teve com objetivo refletir&#13;
sobre a EAD na perspectiva da governamentalidade e biopoder, considerando a&#13;
produção de subjetividades. Caracterizado como bibliográfico, o presente estudo está&#13;
assentado nos chamados ‘estudos foucaultianos’. Os resultados apontam para o&#13;
alinhamento entre as políticas públicas da educação e a regulação da população a&#13;
partir da produção de sujeitos autônomos em face à subjetivação da identidade do&#13;
novo homo oeconomicus.
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<dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>O livre-arbítrio e a liberdade de escolha como um bem ou um mal em Santo Agostinho</title>
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<name>Souza, José Sérgio de</name>
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<updated>2022-05-19T17:30:27Z</updated>
<published>2022-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">O livre-arbítrio e a liberdade de escolha como um bem ou um mal em Santo Agostinho
Souza, José Sérgio de
Desde a não aceitação de um mal ontológico, e posterior abandono do maniqueísmo&#13;
Santo Agostinho propõe que a origem do mal reside nas más escolhas do homem,&#13;
assim, o livrearbítrio&#13;
que foi um bem nos dado pelo Ser supremo é distorcido do&#13;
caminho correto, levando o ser imperfeito a cometer pecados pela falta de&#13;
discernimento e sabedoria. Mas como o livrearbítrio&#13;
que é um dom pode exercer&#13;
essa influência negativa na vontade humana levandoa&#13;
a cometer erros tão&#13;
aparentes? Este trabalho teve como objetivo analisar a influência do livrearbítrio&#13;
na&#13;
vontade humana como uma liberdade no homem para agir moralmente entre o bem&#13;
ou o mal. Para isso, foram realizadas pesquisas bibliográficas, com uma revisão&#13;
narrativa, de teor qualitativo de obras de Santo Agostinho de Hipona, principalmente,&#13;
através de uma pesquisa de caráter descritivo de modo que foram analisados os&#13;
dados coletados de uma maneira crítica em relação a assuntos relacionados ao&#13;
tema proposto. Diante disso, verificouse&#13;
que o mal, na obra do filósofo Santo, tem&#13;
como uma de suas origens a livre vontade do homem, o qual não tem conhecimento&#13;
suficiente da verdade para desviarse&#13;
do mal e seguir os ensinamentos Divinos, os&#13;
quais tendem a conduzilo&#13;
sempre para caminho do bem.
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<dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A insatisfação do homem em Arthur Schopenhauer</title>
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<name>Coelho, José Lucas</name>
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<updated>2022-05-19T17:30:26Z</updated>
<published>2022-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">A insatisfação do homem em Arthur Schopenhauer
Coelho, José Lucas
O presente artigo examina como o pensamento do filósofo alemão Arthur&#13;
Schopenhauer aborda a insatisfação humana, tendo como base sua principal obra, O&#13;
mundo como vontade e como representação. Verificamse&#13;
as influências deixadas na&#13;
sua filosofia diante dos fatos ocorridos na sua adolescência, para depois analisar os&#13;
conceitos de representação e vontade, e como eles se manifestam principalmente no&#13;
homem. O objetivo preponderante é o da investigação do porquê o ser humano é tão&#13;
insatisfeito com o que conquista, ao mesmo tempo que está sempre desejando algo&#13;
novo. Através de uma pesquisa bibliográfica, explorase&#13;
a pedagogia do pensamento&#13;
schopenhaueriano sobre a relação do sujeito com o mundo e sua singularidade. O&#13;
artigo conclui que o homem vive numa situação de insatisfação permanente porque&#13;
está sempre cedendo ao seu querer, com a ilusão de corresponder aos anseios da&#13;
vontade. Esta será sempre insatisfeita, e para negála,&#13;
o indivíduo precisará sair de si&#13;
mesmo, ora indo ao encontro das pessoas que mais necessitam, ora recusando os&#13;
pedidos que a vontade lhe suplicará.
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<dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A ética de Epicuro aplicada à sociedade contemporânea</title>
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<name>Feijó, Gabriela Estrella Liporace</name>
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<updated>2022-05-19T17:00:24Z</updated>
<published>2022-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">A ética de Epicuro aplicada à sociedade contemporânea
Feijó, Gabriela Estrella Liporace
Vivemos em um mundo mais rico, contudo, repleto de insatisfação e desigualdade. A&#13;
sociedade contemporânea é formada por pessoas que não se reconhecem felizes,&#13;
que priorizam um status de poder, reconhecimento social e riqueza econômica, e se&#13;
frustram por nunca atingir um ideal de satisfação financeira, que é diretamente&#13;
relacionado ao conceito de felicidade. A frustração também se deve à percepção de&#13;
que, mesmo diante de tanta tecnologia e riqueza, ainda há pessoas absolutamente&#13;
miseráveis, que não dispõem de recursos mínimos para viver. Para refletir sobre esses&#13;
temas, relacionando a frustração de uma felicidade baseada na satisfação efêmera&#13;
somada ao incômodo da desigualdade, encontramos nas ideias defendidas por&#13;
Epicuro, filósofo da antiguidade, fundamentos éticos específicos sobre os caminhos&#13;
para uma vida feliz. Com base no pensamento epicurista, e em outros autores&#13;
contemporâneos que perseguem ideias práticas de erradicação da pobreza e&#13;
diminuição da desigualdade social, proponho a discussão de argumentos que possam&#13;
trazer uma nova perspectiva aos anseios da sociedade, com o objetivo de modificar o&#13;
reconhecimento do que é felicidade.
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<dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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